O que dizem
Depoimentos de residentes e famílias
Lúcia Ferreira
Botafogo · filha de residente
Julho 2025
Minha mãe ficou dez dias lá quando fui ao exterior com meu marido. Voltei e ela não queria ir embora. Disse que dormiu bem todas as noites e que a comida lembrava a da minha avó. A nota que recebemos com o resumo dos dias foi uma surpresa boa — nada clínico, só o que ela fez, o que ouviu. Já conversamos sobre a residência mensal.
Roberto Carneiro
Humaitá · sócio de tardes
Junho 2025
Estou há quatro meses como sócio das tardes. Continuo morando no meu apartamento em Humaitá — venho de ônibus nas quartas e sextas e volto depois do café. O Rogério conhece bem o repertório, os músicos convidados são competentes, e há cadeiras de encosto alto para quem tem coluna. Não é um projeto cultural com idoso, é uma tarde de verdade.
Marina Pinheiro
Laranjeiras · filha de sócia
Julho 2025
Minha mãe ficou sozinha depois que meu pai faleceu e estava passando as semanas inteiras vendo televisão. Coloquei ela no programa de sócia de tardes em março — hoje ela vai sozinha de táxi, já conhece os outros sócios pelo nome e voltou a cantar. A melhora não foi rápida como mágica, foi gradual, que é o que eu esperava.
Antônio Mendes
Flamengo · residente mensal
Junho 2025
Quando decidi que não queria mais morar no apartamento sozinho, procurei um lugar que não parecesse uma clínica. O Chorinho pareceu arriscado no começo — sem equipe médica, sem protocolo de saúde — mas era exatamente isso que eu precisava. Tenho 79 anos, não tenho doença grave, quero companhia e choro. Encontrei os dois aqui.
Tereza Costa
Catete · filha de residente
Julho 2025
O que mais me chamou atenção foi a conversa mensal com a Mariana. Não é uma reunião com formulário e gráfico de humor — é uma conversa de vinte minutos sobre como minha mãe passou o mês. Ela me contou que minha mãe chorou quando tentaram servir o almoço antes das doze, porque a cozinheira havia saído mais cedo. Isso me disse tudo sobre o nível de atenção da equipa.
Jorge Alves
Botafogo · sócio de tardes
Maio 2025
Sou músico aposentado e estava com receio de ouvir repertório escolhido por quem não conhece a diferença entre Jacob do Bandolim e uma pagode de fundo de quintal. Não é o caso aqui. O Rogério sabe exatamente o que está fazendo. Os músicos que vêm são instrumentistas de verdade. Fui uma vez para ver — voltei no mês seguinte como sócio.
Histórias em detalhe
Três percursos na Casa Chorinho
Percurso 1 — Sócio de Tardes
De apartamento silencioso a frequentador fixo
O ponto de partida
Senhor de 82 anos, morador do Humaitá, que passou a maior parte do dia em silêncio depois que perdeu o hábito de sair após a pandemia. A família percebeu que ele ficava mais bem-disposto nos dias em que havia música no rádio.
O que mudou
Entrou como sócio de tardes em fevereiro de 2025. Nas primeiras semanas, ficava mais quieto, observando. Na quarta semana, pediu para sentar perto do bandolinista. No segundo mês, começou a pedir músicas específicas.
Cinco meses depois
Vai às tardes sem precisar de lembrete. Aprendeu o nome de todos os músicos fixos. A filha diz que ele chegou a casa um dia cantarolando — coisa que não via há três anos.
Percurso 2 — Estadia de 10 Dias
Uma reforma que virou uma descoberta
O ponto de partida
Senhora de 76 anos que precisou sair do apartamento por dez dias durante uma reforma completa da cozinha. A filha procurou o Chorinho como "solução temporária" — sem grandes expectativas.
O que aconteceu
No terceiro dia, a senhora pediu para participar do coral. No quinto, já tinha um lugar preferido na sala de música. Quando a filha ligou no oitavo dia para combinar a saída, a mãe pediu mais dois dias.
O resultado
Voltou como residente mensal três semanas depois da saída. Na conversa com a coordenação, disse que o apartamento "ficou quieto demais" depois dos dias no Chorinho.
Percurso 3 — Residência Mensal
A escolha que partiu do próprio morador
O ponto de partida
Senhor de 79 anos, aposentado, sem doença grave diagnosticada, que decidiu por conta própria que preferia morar num lugar com música e convivência a continuar sozinho num apartamento de dois quartos.
Como foi a chegada
Chegou com uma mala, dois cactos e uma coleção de dez CDs de Jacob do Bandolim. A equipa encontrou espaço para os cactos na janela do quarto e os CDs entraram no acervo da sala com crédito ao nome do morador.
Hoje
Está na casa há oito meses. Participa do coral às quintas, recebe a filha às sextas e já acompanhou três concertos externos. Em suas palavras: "não me sinto cuidado, me sinto em casa — que é o que eu queria".
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Telefone
+55 21 2548-7136
Endereço
Rua Voluntários da Pátria 486
Botafogo · Rio de Janeiro — RJ
CEP 22270-010
Atendimento
Segunda a sexta: 8h às 18h
Sábado: 9h às 13h
Agende uma visita
A melhor forma de conhecer o Chorinho é vir tomar um café na sala de música numa tarde de quarta ou sexta. Sem compromisso, sem apresentação formal.
Marcar uma visitaNúmeros da casa
O que construímos em seis anos
6
anos de funcionamento
4.8
avaliação média
+80
músicos convidados
3
programas disponíveis
Laudo técnico de segurança
Emitido em julho de 2025 por engenheiro habilitado. Instalações elétricas, hidráulicas e prevenção de incêndio.
Parceria com o Clube do Choro
Acordo informal desde 2021 para indicação de músicos e acesso a apresentações da cidade.
Marca registrada INPI — 2022
Registro da identidade da Casa Chorinho no Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Próximo passo
Venha ver com os próprios olhos
Uma visita não cria obrigação. É apenas uma tarde no Chorinho — e isso já diz tudo.
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